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Saudade que não morre #1

Sábado foi o dia em que iniciamos o “matar a saudade”.  Às vezes fico me policiando: “Ah, Ana, você passou um ano e três meses esperando por ele e não pode passar uma semaninha longe que já fica com essa frescurite toda?” Mas eu sei que não foi fácil esperar. Sorte minha que eu tinha três coisas comigo: o amor, a fé e a esperança. Chegamos até aqui e vamos muito mais adiante.

Só sei que a semana parece mês. Começo logo a roer as unhas e dormir abraçada com os travesseirinhos que ele trouxe pra mim da Polônia. Começo a contar os dias, horas e segundos – e parece que eles passam bem devagarzinho.

Não é melação, quem ama sabe como é ruim passar muito tempo longe da pessoa. E o pior (ou melhor, como queiram) é que a saudade nunca é matada.